Esta foi a música que decidi escolher porque é um estilo que admiro e gosto de ouvir e transmite-me sensações agradáveis quando a oiço.
Hypnotized - Oliver Koletzi ft. Fran
I catch your eyes, try not to smile
I track your style I feel your vibes
We have a drink then go outside
Talk for a while and then we kiss
And then we kiss ...
We play the game we start to move
I feel my heart you feel the bit
I take your hand you turn down slow
We start to feel It's time ... to go.
Tonight moon it will hit the sky
And it's no surprise I wake up with you
Right I shouldn't compromise, I don't have to think twice
What to do ...
You got me hypnotized
So you know what to do
You got me hypnotized
So you know what to do
So we slide into the night and to the wild open flow
Oh stary eyes you see me glow so will I hide or will I show
You watch me dance I feel you move
You pull me near nothing to fear
We drifted outside, dream aside until we slide into the light
Tonight moon it will hit the sky
And it's no surprise we'll wake up with you
Right I shouldn't compromise I don't have to think twice
What to do ..
You got me hypnotized
So you know what to do
You got me hypnotized
So you know what to do ...
Para ouvir a música pode clicar em: http://www.youtube.com/watch?v=cqm-K-1v3Eo
Aqui serão publicados os trabalhos feitos ao longo do semestre.
terça-feira, 12 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Composição Visual & Memória Descritiva

A capa do CD.

O CD.
A primeira proposta de trabalho foi a escolha de uma música para, posteriormente, realizar uma composição visual com os elementos básicos da comunicação tendo em conta as técnicas de comunicação visual. A música que decidi escolher foi a Hypnotized do Oliver Koletzi com a Fran. A letra da música conta a história de uma paixão repentina entre dois jovens e ela fica “hipnotizada” por ele sem saber ao certo o que fazer.
Querendo assim transmitir essa mensagem, decidi fazer a capa do CD com um fundo colorido para que possa refletir as boas sensações de que se falam na música mas ao mesmo tempo e com o efeito dos circulos dá a perceção de hipnotismo. No centro decidi colocar o perfil de um individuo com pontos de interrogação, o que leva também ao encontro da mensagem que quero transmitir: as questões e as ausências de resposta.
No CD/bolacha decidi pormenorizar mais a questão da letra da música, desenhando por isso um coração já que a música se refere ao amor/paixão mas mantendo os pontos de interrogação já que estes refletem, a meu ver, a parte mais importante da música, uma vez que o próprio título da música diz “Hypnotized”.
Os elementos básicos da comunicação visual que se encontram na capa são o contorno e curvas no perfil do individuo; a escala, curvas e linhas nos pontos de interrogação; circulos nas cores do fundo. Quanto às técnicas há movimento e repetição.
Relativamente ao CD tem igualmente escala nos pontos de interrogação, curvas, linhas e cor. Nas técnicas pode encontrar-se repetição, simplicidade e estase, ausência de movimento.
Todo o trabalho foi feito em photoshop à exceção do perfil do homem e o coração que encontrei na internet. Para a realização deste trabalho utilizei ferramentas simples como linhas, formas elementares e estilos (para o fundo).
domingo, 10 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
Ensaio fotográfico da imagem

A imagem que decidi escolher (acima) mostra um pouco daquilo que eu pretendia para o trabalho da composição visual e que me serviu de inspiração.
Na imagem pode observar-se o contraste entre as cores e o preto que é visível na capa do CD assim como a sensação de movimento que as curvas dão que também é percetível nos círculos da capa dando a sensação de hipnotismo.
"Os elementos visuais constituem a substância básica daquilo que vemos, e seu número é reduzido: o ponto, a linha, a forma, a direção, o tom, a cor, a textura, a dimensão, a escala e o movimento." (DONDIS, 1991:51)
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Composição Visual
As frases conspiram. As boas e as más. Elas andam por aí a espera de olhos de ver, ouvidos de ouvir, bocas de falar. As frases são como oxigénio, vivem soltas pelo ar.
Algumas frases cruzaram o meu caminho recentemente. Frases que apareceram, sem pedir licença para entrar, nas minhas incursões pelo mundo virtual. Uma delas, a primeira, a que abre esse texto, surgiu num post da nova (e da moda) rede social Pinterest, dedicada a apontamentos rápidos, citações, fotos e outras coisas que não precisam mais do que meia dúzia de segundos para serem percebidas (não, necessariamente, entendidas).
A ideia de que não podemos decidir quem fica ou não nas nossas vidas é forte. É contra tudo o que queremos, chama-nos de impotentes, delimita o espaço em que aquela criança birrenta que viceja dentro de nós pode actuar. É um alerta: o outro tem o direito de ir (e nunca mais vir) só porque assim deseja, porque descurtiu-nos, achou que o fizemos foi de mais ou de menos, cansou, partiu para outra, seguiu sua vida decidido a não mais nos amar. Também reflecte o contrário, que o outro pode continuar a ser motivo de nosso afecto mas não de convivência. Que o outro faz-nos mal, não nos respeita, não merece a nossa companhia e, mesmo assim… Sim, continuamos a gostar dele. Contra o bom senso, contra o que é direito, contra a opinião dos nossos outros amigos ou amados que, recorrentemente, alerta-nos para o mal que aquele afecto nos traz. No fim, há o verbo “aprender”, diferente de “sentir”, “perceber”, “admitir”. “Aprender” é um termo mais severo. Recorda ordem de pai, conselho de mãe, comando de preceptora alemã. “Aprender” é pôr cá para dentro algo alheio a nossa natureza. Como animais de circo temos que aprender coisas que não faríamos em ambiente selvagem. Somos elefantes que precisam dançar valsa para não levar chicotadas e ganhar alimentos. Somos leões que dão a pata. O problema, senhor domador, cuidado connosco, nunca se esqueça, continuamos leões.
“Chique é ser feliz. Elegante é ser honesto. Bonito é ser caridoso. Charmoso é ser grato. O resto é apenas inversão de valores”.
Outra frase, outras reflexões. Há certas afirmações que só chamam a atenção porque o que a sociedade aceita como regra é o seu contraditório. Se for no dicionário, descobrirá que ser chique nada tem a ver com felicidade. Mas nem precisa consultar o pai dos burros, uma visita às revistas cor-de-rosa basta. Fulaninha é elegante porque tem dinheiro (ou faz questão de parecer ter). Beltranão é bonito porque é podre de bom. Cicranete é charmosa porque é casada com um futebolista, com um político, com um banqueiro, com um participante de reality show ou um ladrão de colarinho branco (as profissões podem ser acumuladas). Ser honesto, caridoso e grato (acrescentaria ser tolerante, cordial, bom cidadão) não costuma dar capas de revistas. Aliás, vamos ser sinceros (outra característica em desuso), quem disse que ser capa de revista é um valor a ser perseguido? Muita gente, eu sei. Elas são livres para dizer o que quiser. Nós somos livres para não ouvir. Nem mais.
Ou como diria o meu Tio Olavo: "Diz-me o que falas, dir-te-ei quem és".
Algumas frases cruzaram o meu caminho recentemente. Frases que apareceram, sem pedir licença para entrar, nas minhas incursões pelo mundo virtual. Uma delas, a primeira, a que abre esse texto, surgiu num post da nova (e da moda) rede social Pinterest, dedicada a apontamentos rápidos, citações, fotos e outras coisas que não precisam mais do que meia dúzia de segundos para serem percebidas (não, necessariamente, entendidas).
A ideia de que não podemos decidir quem fica ou não nas nossas vidas é forte. É contra tudo o que queremos, chama-nos de impotentes, delimita o espaço em que aquela criança birrenta que viceja dentro de nós pode actuar. É um alerta: o outro tem o direito de ir (e nunca mais vir) só porque assim deseja, porque descurtiu-nos, achou que o fizemos foi de mais ou de menos, cansou, partiu para outra, seguiu sua vida decidido a não mais nos amar. Também reflecte o contrário, que o outro pode continuar a ser motivo de nosso afecto mas não de convivência. Que o outro faz-nos mal, não nos respeita, não merece a nossa companhia e, mesmo assim… Sim, continuamos a gostar dele. Contra o bom senso, contra o que é direito, contra a opinião dos nossos outros amigos ou amados que, recorrentemente, alerta-nos para o mal que aquele afecto nos traz. No fim, há o verbo “aprender”, diferente de “sentir”, “perceber”, “admitir”. “Aprender” é um termo mais severo. Recorda ordem de pai, conselho de mãe, comando de preceptora alemã. “Aprender” é pôr cá para dentro algo alheio a nossa natureza. Como animais de circo temos que aprender coisas que não faríamos em ambiente selvagem. Somos elefantes que precisam dançar valsa para não levar chicotadas e ganhar alimentos. Somos leões que dão a pata. O problema, senhor domador, cuidado connosco, nunca se esqueça, continuamos leões.
“Chique é ser feliz. Elegante é ser honesto. Bonito é ser caridoso. Charmoso é ser grato. O resto é apenas inversão de valores”.
Outra frase, outras reflexões. Há certas afirmações que só chamam a atenção porque o que a sociedade aceita como regra é o seu contraditório. Se for no dicionário, descobrirá que ser chique nada tem a ver com felicidade. Mas nem precisa consultar o pai dos burros, uma visita às revistas cor-de-rosa basta. Fulaninha é elegante porque tem dinheiro (ou faz questão de parecer ter). Beltranão é bonito porque é podre de bom. Cicranete é charmosa porque é casada com um futebolista, com um político, com um banqueiro, com um participante de reality show ou um ladrão de colarinho branco (as profissões podem ser acumuladas). Ser honesto, caridoso e grato (acrescentaria ser tolerante, cordial, bom cidadão) não costuma dar capas de revistas. Aliás, vamos ser sinceros (outra característica em desuso), quem disse que ser capa de revista é um valor a ser perseguido? Muita gente, eu sei. Elas são livres para dizer o que quiser. Nós somos livres para não ouvir. Nem mais.
Ou como diria o meu Tio Olavo: "Diz-me o que falas, dir-te-ei quem és".
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Recolha Fotográfica
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Memória Descritiva 1
Nesta composiçao tipográfica decidi, através da tipografia, desenhar o perfil de um individuo que está a falar uma vez que no texto seleccionado há uma afirmação que me inspirou para este projeto: "Diz-me o que falas, dir-te-ei quem és". A letra utilizada é geométrica, Sans-Serif. Utilizei diferentes tamanhos e expessuras para poder realçar palavras/frases que considerei mais importantes no texto. Numa das frases decidi completa-la com um coração vermelho e, por isso, achei que no "balão da conversa" deveria realçar algumas palavras relacionadas com o coração/sentimentos e colocar da mesma cor do coração. Além disto, apenas tenho a acrescentar que o que pretendia ao realizar este trabalho era algo simples e fácil de compreender. Penso que o objetivo foi conseguido.
"Tipografia não é mais do que a arte de descobrir, em cada caso concretom aquilo que a nossa vista gosta de apresentar as informações de modo tão apetitoso que a vista não lhe possa resistir" (Otl Aicher)
"A tipografia pode ser definida como o ofício de dispor corretamente o material a imprimir para atingir um objetico específico - o de colocar as letras, distribuir os espaços e controlar os tipos, de forma a oferecer ao leitor a máxima ajuda na compreensão do texto." (Stanley Morisson)
"Tipografia não é mais do que a arte de descobrir, em cada caso concretom aquilo que a nossa vista gosta de apresentar as informações de modo tão apetitoso que a vista não lhe possa resistir" (Otl Aicher)
"A tipografia pode ser definida como o ofício de dispor corretamente o material a imprimir para atingir um objetico específico - o de colocar as letras, distribuir os espaços e controlar os tipos, de forma a oferecer ao leitor a máxima ajuda na compreensão do texto." (Stanley Morisson)
terça-feira, 5 de junho de 2012
Memória Descritiva 2
A imagem tem uma letra geométrica e sem serifes. Também tem vários tamanhos de letra que realçam as várias partes da imagem como a orelha, a boca, o olho e as palavras que saem pela boca.
No balão da conversa também foi realçada uma frase que o autor deve ter considerado importante. Toda a composição das letras em diferentes tamanhos e ângulos encaixam na perfeição formando a imagem que se vê. Esta imagem inspirou-me para fazer a minha composição uma vez que pretende transmitir, a meu ver, a mesma imagem que eu queria com o meu projeto. A diferença é que o trabalho realizado tinha que ter um texto com cerca de 500 palavras e por isso não foi possível fazer a minha ideia inicial que era como a da imagem abaixo publicada mas, tendo em conta o número de palavras do meu texto, consegui fazer um trabalho mais preenchido e que consegue passar mais mensagens e, penso que se consegue perceber a imagem que queria transmitir.
De acordo com Damasceno (2003), principalmente em textos longos, para garantir que a palavra seja bem transmitida, é preferível usar fontes não serifadas, com estrutura simples, formato facilmente adaptável a qualquer estrutura de layout e o conteúdo direcionado ao público alvo. Boas fontes para texto na web são Arial, Helvetica e Verdana.
Foi este conceito que decidi seguir para a realização do meu trabalho.
No balão da conversa também foi realçada uma frase que o autor deve ter considerado importante. Toda a composição das letras em diferentes tamanhos e ângulos encaixam na perfeição formando a imagem que se vê. Esta imagem inspirou-me para fazer a minha composição uma vez que pretende transmitir, a meu ver, a mesma imagem que eu queria com o meu projeto. A diferença é que o trabalho realizado tinha que ter um texto com cerca de 500 palavras e por isso não foi possível fazer a minha ideia inicial que era como a da imagem abaixo publicada mas, tendo em conta o número de palavras do meu texto, consegui fazer um trabalho mais preenchido e que consegue passar mais mensagens e, penso que se consegue perceber a imagem que queria transmitir.
De acordo com Damasceno (2003), principalmente em textos longos, para garantir que a palavra seja bem transmitida, é preferível usar fontes não serifadas, com estrutura simples, formato facilmente adaptável a qualquer estrutura de layout e o conteúdo direcionado ao público alvo. Boas fontes para texto na web são Arial, Helvetica e Verdana.
Foi este conceito que decidi seguir para a realização do meu trabalho.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Exercício de cor
Imagem original:
Imagem alterada:
A imagem original é a capa de um filme - "Closer" - onde se podem ser observadas 4 pessoas. Estas pessoas com uma pele, lábios e olhos claros transmitem, no meu ponto de vista, uma serenidade e paz a quem analisa a fotografia.
Para poder "alterar" a história da imagem foram feitas alterações apenas ao nível de cor. Com o programa Photoshop e, utilizando a ferramenta do laço, selecionei os lábios, olhos, cabelo da Natalie Portman e alterei as cores, escurecendo-as. Fiz ainda alterações a nível de contraste e saturação.
domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Memória descritiva
Para esta 3ª e última proposta de trabalho fiz duas
infografias de naturezas diferentes.
Para a primeira infografia, e depois de alguma pesquisa,
selecionei uma notícia sobre a sinistralidade rodoviária, neste caso a redução
da sinistralidade rodoviária nos jovens. Encontrei os relatórios anuais sobre o
tema e recolhi todas as informações necessárias para realizar um gráfico pois
achei que nesta situação que a melhor forma de representar os dados era através
de um gráfico de linhas.
Esta infografia passou por muitas etapas até à chegar à
final como mostrarei de seguida. Para esta infografia pude contar com a ajuda
da professora que me ajudou a encaixar os diferentes elementos das inforgrafias
para tornar, no seu conjunto, algo bem construido.
Nesta primeira infografia tem todos os elementos necessários
à sua construção, o título – que evidencia bem sobre o que trata a infografia;
um pequeno texto onde explica com mais algum detalhe sobre o que é a
infografia, no fundo as informações necessárias, uma espécie de breve notícia;
o corpo, que no caso da minha infografia é o gráfico relativo aos dados
encontrados; a fonte, que se encontra na caixa de texto abaixo do carro. Decidi
introdir o carro no meu trabalho pois considero que assim chama mais à atenção
e indica, à partida, sobre o que se fala.
Quanto ao contexto editorial decidi inseri-la em formato
online pois, no meu ponto de vista, adequa-se mais. Não ficaria tão bem
contextualizado numa revista ou num jornal.
Para a segunda infografia decidi fazer sobre a comemoração
dos 25 anos de Erasmus. Aquando da pesquisa dos dados, apenas encontrei
informação relativa à Universidade do Porto pelo que decidi começar mesmo por
aí. Para este caso, decidi escolher uma infografia com mapa onde pudesse
representar o número de alunos da Universidade do Porto que estão pela Europa
em Erasmus e dar um especial destaque aos alunos estrangeiros que estão a
estudar na UP. Também nesta infografia se encontram os elementos necessários à
sua compreensão excepto a fonte mas achei que não era necessário já que ninguém
deve estar interessado em saber de onde foram retirados os dados porque aquilo
que chama à atenção são os números. Quanto ao resto dos elementos, tem título
que ilustra bem sobre o que se trata, tem o corpo que neste caso é o mapa e que
está identificado com duas pequenas perguntas e, finalmente, tem um pequeno
texto que fala sobre o projeto Erasmus para aqueles que não conhecem tão bem o
projecto.
O contexto editorial desta infografia é na secção de cultura
no Jornal Universitário do Porto. Achei que ficaria bem contextualizado já que
fala precisamente sobre os alunos da Universidade do Porto.
Ambas as infografias foram realizadas em photoshop CS5.
Etapas da 1ª Infografia:
´
E depois a final.... que já foi publicada!
quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Análise a um exemplo de infografia
Decidi escolher esta infografia porque tem os dois elementos das minhas infografias: mapa e gráfico.
Esta infografia tem os elementos todos necessários, pelo que acho que está bem conseguida.
Tem título, que poderia estar um pouco maior na minha opinião. Tem o corpo, que são as composições visuais que se podem observar (mapa, gráfico, símbolos), tem corpo - pequenas informações sobre o tema abordados, as percentagens e números com respetiva legenda e tem a fonte que embora não seja vísivel porque a imagem foi retirada da Internet, pode observar-se no canto inferior direito "source".
Acho que as cores escolhidas pelo autor chama à atenção (sem exagero) mas que fazem contraste com o fundo e com os números (nos círculos) e, por isso, a leitura também é facilitada.
Esta infografia é sobre um tema comum mas que em texto seria de difícil compreensão. A infografia pode ajudar os leitores a entender e lembrar com mais facilidade informações não familiares, na medida em que cria modelos cognitivos, auxilia na representação de fenómenos e processos dinâmicos, reduzindo a carga de processamento mental (Sabattini, Maciel: 2005)
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